Um tapete com cerca de dois mil metros de comprimento, feito com serragem, folhas, papel, borra de café, sal grosso e outros materiais, cobriu metade das avenidas Dom Pedro I e Brasil, entre o Palácio da Cultura Teotônio Vilela e a Igreja Matriz, neste sentido. O tapete, confeccionado por fiéis católicos, encantou a todos e deu um colorido especial à celebração de Corpus Cristi, que teve a participação de centenas de fiéis, no teatro de Arena do Palácio da Cultura Teotônio Vilela, onde o padre Oscar agradeceu a todos que ajudaram a enfeitar as duas avenidas, solicitou a postagem de fotos do tapete na Internet e convocou os católicos para a realização da festa da padroeira, no mês de Agosto vindouro. Depois dos agradecimentos do pároco aconteceu procissão até a Igreja Matriz, onde se deu a bênção final.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Bambu: a madeira do futuro
Bambu: a madeira do futuro
O bambu moderniza o ambiente, é econômico e amigo da natureza
Cerca de um bilhão de pessoas no mundo moram em casas de bambu. Essa afirmação surpreendente sobre esse material de aparência frágil utilizado há milênios em moradias no Japão e na China, foi dada como uma nova opção no lugar das madeiras mais tradicionais em construção, como por exemplo: ipê, jatobá, cumaru entre outras. Atualmente, arquitetos do mundo todo estão usando o bambu em obras públicas, já que comprovaram sua resistência, durabilidade e sustentabilidade. Projetada pela Montagem Arquitetos, a Casa de Chá, presente na Casa Cor 2010, também foi idealizada contendo essa nova e inteligente idéia; o bambu foi utilizado em um ambiente especial, como forma de revestimento de paredes, mais uma aplicação eficaz dessa versátil madeira.
Não só os pandas viram no bambu algo especial. Esse material tem muitas utilidades na construção, podendo ser usado na estruturação como coluna, viga e lastro e também servindo como telha, forro e maçaneta, tornando o ambiente moderno. As casas construídas de bambu são resistentes a terremotos, como constatado na tragédia desse ano na Colômbia, onde a maioria das casas de concreto caíram e as de bambu resistiram.
Com um potencial construtivo, que não oferece agressão ao meio ambiente em comparação aos materiais construtivos convencionais, o bambu é uma planta que oferece muitas vantagens econômicas pelo seu rápido crescimento (quatro anos à frente das árvores que têm o crescimento mais acelerado) e sua facilidade de plantio, manutenção e colheita, já que ele não exige técnicas complexas para o seu estabelecimento. Pesquisas demonstraram que o bambu apresenta um potencial diversificado pelas inúmeras formas de encaixe e junções e, também teve uma boa adequação à arquitetura brasileira.
Pensando no bambu como uma promessa para esse século, os arquitetos Ana Cristina Barbosa e José Queijo Felix, da Montagem Arquitetos, usaram a matéria prima da Bambu Revest, fabricante de placas de revestimento em materiais naturais, como detalhes nas paredes. Assim, idealizaram uma Casa de Chá bonita e sustentável que merece ser visitada.
Sobre a Montagem Arquitetos Associados
Fundado em 1988, o escritório está sob o comando dos arquitetos Ana Cristina Barbosa e José Queijo Felix, ambos graduados pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie. O foco de atuação da empresa são as áreas de arquitetura e designer de interiores para ambientes residenciais, comerciais e industriais.
Para a dupla de arquitetos, a melhor obra começa com as perguntas certas. Esse é um dos pontos fortes dos profissionais da Montagem – a percepção da necessidade real de cada obra. Sempre com foco na funcionalidade e simplicidade na execução, visando projetos com espaços elegantes, contemporâneos e com a personalidade de seus clientes.
O bambu moderniza o ambiente, é econômico e amigo da natureza
Cerca de um bilhão de pessoas no mundo moram em casas de bambu. Essa afirmação surpreendente sobre esse material de aparência frágil utilizado há milênios em moradias no Japão e na China, foi dada como uma nova opção no lugar das madeiras mais tradicionais em construção, como por exemplo: ipê, jatobá, cumaru entre outras. Atualmente, arquitetos do mundo todo estão usando o bambu em obras públicas, já que comprovaram sua resistência, durabilidade e sustentabilidade. Projetada pela Montagem Arquitetos, a Casa de Chá, presente na Casa Cor 2010, também foi idealizada contendo essa nova e inteligente idéia; o bambu foi utilizado em um ambiente especial, como forma de revestimento de paredes, mais uma aplicação eficaz dessa versátil madeira.
Não só os pandas viram no bambu algo especial. Esse material tem muitas utilidades na construção, podendo ser usado na estruturação como coluna, viga e lastro e também servindo como telha, forro e maçaneta, tornando o ambiente moderno. As casas construídas de bambu são resistentes a terremotos, como constatado na tragédia desse ano na Colômbia, onde a maioria das casas de concreto caíram e as de bambu resistiram.
Com um potencial construtivo, que não oferece agressão ao meio ambiente em comparação aos materiais construtivos convencionais, o bambu é uma planta que oferece muitas vantagens econômicas pelo seu rápido crescimento (quatro anos à frente das árvores que têm o crescimento mais acelerado) e sua facilidade de plantio, manutenção e colheita, já que ele não exige técnicas complexas para o seu estabelecimento. Pesquisas demonstraram que o bambu apresenta um potencial diversificado pelas inúmeras formas de encaixe e junções e, também teve uma boa adequação à arquitetura brasileira.
Pensando no bambu como uma promessa para esse século, os arquitetos Ana Cristina Barbosa e José Queijo Felix, da Montagem Arquitetos, usaram a matéria prima da Bambu Revest, fabricante de placas de revestimento em materiais naturais, como detalhes nas paredes. Assim, idealizaram uma Casa de Chá bonita e sustentável que merece ser visitada.
Sobre a Montagem Arquitetos Associados
Fundado em 1988, o escritório está sob o comando dos arquitetos Ana Cristina Barbosa e José Queijo Felix, ambos graduados pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie. O foco de atuação da empresa são as áreas de arquitetura e designer de interiores para ambientes residenciais, comerciais e industriais.
Para a dupla de arquitetos, a melhor obra começa com as perguntas certas. Esse é um dos pontos fortes dos profissionais da Montagem – a percepção da necessidade real de cada obra. Sempre com foco na funcionalidade e simplicidade na execução, visando projetos com espaços elegantes, contemporâneos e com a personalidade de seus clientes.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Direção e visão: importância das aulas noturnas
À noite, a visão pode nos pregar peças, principalmente em quem já tem algum problema de visão. Em condições de pouca luminosidade, a capacidade de enxergar é reduzida em até 30%.
A partir de agora, é obrigatório: as autoescolas do país devem oferecer aulas noturnas aos novos motoristas. O Conselho Nacional de Trânsito, Contran, definiu que 20% das aulas práticas deverão ser à noite. Das 20 horas de aula já exigidas para obter a carteira de habilitação, 4 horas serão no período da noite. A obrigatoriedade de prática de direção à noite para novos motoristas foi definida em março. O órgão teve 60 dias para definir o percentual de aulas noturnas. Anteriormente, havia apenas uma recomendação na norma para que os alunos fossem levados a dirigir à noite e em condições adversas. Agora, o caráter é obrigatório.
É comum ouvirmos algumas pessoas reclamarem que dirigir à noite é mais complicado do que durante o dia. Muitas chegam a afirmar que só dirigem à noite por necessidade. “Ofuscamento, ardência, visão turva, ‘parece que tem uma nuvem na minha frente’ são algumas das queixas... Freqüentemente, atendemos pacientes que reclamam sobre o ato de dirigir à noite, mesmo os que não têm nenhum vício de refração, como miopia, hipermetropia e astigmatismo. O ofuscamento causado pelos faróis dos outros veículos e a incapacidade de enxergar a certas distâncias são as principais causas das queixas. A nova norma do Contran é boa, vai testar a acuidade visual dos novos motoristas, o que poderá refletir-se numa segurança muito maior no trânsito”, defende o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.
O desconforto de muitas pessoas com a direção noturna pode ser explicado pela falta dos detalhes nas imagens. Isso porque os cones e bastonetes – principais células de visão – funcionam bem apenas com iluminação. Em casos mais sérios, o motorista pode apresentar retinose pigmentária, doença que proporciona um campo visual mais tubular. O problema é hereditário e tem como sintoma a cegueira noturna. Nos Estados Unidos, cerca de 100 mil pessoas têm cegueira noturna, mas no Brasil não há estatísticas para compararmos os dados. “O que sabemos é que as pessoas de pele mais clara sofrem mais com o ofuscamento por ter menos pigmentos na íris. Quando a luz bate, reflete dentro dos olhos, funcionando como uma caixa espelhada”, explica Centurion.
Motoristas com fotofobia também sofrem com o ofuscamento. Eles são muito mais sensíveis à luz e os faróis atrapalham demais. “Para evitar o incômodo do ofuscamento noturno, aconselhamos o uso de óculos especiais, em alguns casos. Há lentes com mais filtros e que contrastam mais à noite, acentuando as imagens e separando melhor os estímulos luminosos”, diz o diretor do IMO.
Virgilio Centurion destaca que além da perda dos detalhes das imagens, à noite, a percepção de profundidade de campo de visão também é menor. O motorista deve tomar muito cuidado, especialmente com os pedestres. “Um condutor na faixa dos 50 anos precisa tomar mais cuidado. Ele necessita do dobro de luz do que um de 30 anos para enxergar e, muitas vezes, precisa de óculos para manter a acuidade visual estática. Nessa faixa etária é aconselhável também fazer exames de visão freqüentes, pois o motorista torna-se mais sensível ao ofuscamento e mais lento para adaptar-se à escuridão. O tempo de reação do motorista diminui e, além disso, a visão periférica - a capacidade de enxergar alguma coisa fora do campo central de visão - se deteriora com o tempo”, recomenda o oftalmologista.
Lusco-fusco x acidentes
Segundo as estatísticas da Polícia Rodoviária Federal, quase 30% dos acidentes nas estradas ocorrem entre 17h e 20h, no lusco-fusco. “Justamente no período de tempo que o mecanismo da visão passa por uma mudança que torna o olho humano muito mais sensível à luz. Dentre as razões para a concentração de acidentes neste período, estão a dificuldade natural do ser humano para enxergar em situações de pouca luz, iluminação pública deficiente e o desrespeito às leis de trânsito”, destaca o oftalmologista Eduardo de Lucca, que também integra o corpo clínico do IMO.
Privilegiados com dias longos, os brasileiros não têm como prioridade cuidar da visibilidade noturna. Em países do hemisfério norte, onde em tempos de neve a escuridão prevalece na maior parte do dia, conseguir enxergar à noite na rua é uma questão crucial. Por isso, usam-se materiais que refletem a luz e acerta-se a parte elétrica do carro. No Brasil, não são raras as notícias de motoristas que não se preocupam nem em regular os faróis, um cuidado simples que pode reduzir o risco de acidentes.
“À noite, a visão pode nos pregar peças, principalmente para quem já tem algum problema de visão. Em condições de pouca luminosidade, a capacidade de enxergar é reduzida em até 30%. A hora do lusco-fusco - transição entre dia e noite - é crítica para o condutor de veículos. A perda de noção de distância e profundidade estão entre os riscos para os condutores de veículos. Com a percepção afetada, os reflexos ficam mais lentos. Uma pequena deficiência visual pode atrapalhar o motorista na hora de dirigir à noite. Mesmo que a pessoa não sinta falta de óculos durante o dia, a deficiência à noite é bastante agravada”, alerta Eduardo de Lucca.
Para guiar bem à noite
Enxergar à noite é um exercício para quem tem a visão normal. Fica mais difícil para quem possui alguma deficiência visual ou quem está com idade avançada. “Durante a noite, a visão de quem tem miopia, hipermetropia, astigmatismo, glaucoma e catarata piora devido à falta de iluminação suficiente e aos faróis, que ofuscam a visão fazendo com que se perca a noção de profundidade. Nestas condições, os reflexos do motorista ficam mais lentos porque, entre míopes e astigmáticos, a noção de distância em relação aos outros veículos é maior do que a real”, explica o oftalmologista Eduardo de Lucca.
Para enxergar melhor à noite, é preciso contar com o uso de filtros para óculos, com lentes amarelas. O motivo é que quem possui alguma deficiência visual pode perder de 10% a 25% da visão à noite. Este percentual varia de acordo com o vício de refração de cada motorista. “Por exemplo, os míopes, na hora do lusco-fusco, chegam a diminuir até duas linhas - medidas de acuidade visual da Carta de Snellen, a escala optométrica utilizada por oftalmologistas para medir a capacidade de visão dos pacientes”, explica Eduardo.
É comum ouvirmos algumas pessoas reclamarem que dirigir à noite é mais complicado do que durante o dia. Muitas chegam a afirmar que só dirigem à noite por necessidade. “Ofuscamento, ardência, visão turva, ‘parece que tem uma nuvem na minha frente’ são algumas das queixas... Freqüentemente, atendemos pacientes que reclamam sobre o ato de dirigir à noite, mesmo os que não têm nenhum vício de refração, como miopia, hipermetropia e astigmatismo. O ofuscamento causado pelos faróis dos outros veículos e a incapacidade de enxergar a certas distâncias são as principais causas das queixas. A nova norma do Contran é boa, vai testar a acuidade visual dos novos motoristas, o que poderá refletir-se numa segurança muito maior no trânsito”, defende o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.
O desconforto de muitas pessoas com a direção noturna pode ser explicado pela falta dos detalhes nas imagens. Isso porque os cones e bastonetes – principais células de visão – funcionam bem apenas com iluminação. Em casos mais sérios, o motorista pode apresentar retinose pigmentária, doença que proporciona um campo visual mais tubular. O problema é hereditário e tem como sintoma a cegueira noturna. Nos Estados Unidos, cerca de 100 mil pessoas têm cegueira noturna, mas no Brasil não há estatísticas para compararmos os dados. “O que sabemos é que as pessoas de pele mais clara sofrem mais com o ofuscamento por ter menos pigmentos na íris. Quando a luz bate, reflete dentro dos olhos, funcionando como uma caixa espelhada”, explica Centurion.
Motoristas com fotofobia também sofrem com o ofuscamento. Eles são muito mais sensíveis à luz e os faróis atrapalham demais. “Para evitar o incômodo do ofuscamento noturno, aconselhamos o uso de óculos especiais, em alguns casos. Há lentes com mais filtros e que contrastam mais à noite, acentuando as imagens e separando melhor os estímulos luminosos”, diz o diretor do IMO.
Virgilio Centurion destaca que além da perda dos detalhes das imagens, à noite, a percepção de profundidade de campo de visão também é menor. O motorista deve tomar muito cuidado, especialmente com os pedestres. “Um condutor na faixa dos 50 anos precisa tomar mais cuidado. Ele necessita do dobro de luz do que um de 30 anos para enxergar e, muitas vezes, precisa de óculos para manter a acuidade visual estática. Nessa faixa etária é aconselhável também fazer exames de visão freqüentes, pois o motorista torna-se mais sensível ao ofuscamento e mais lento para adaptar-se à escuridão. O tempo de reação do motorista diminui e, além disso, a visão periférica - a capacidade de enxergar alguma coisa fora do campo central de visão - se deteriora com o tempo”, recomenda o oftalmologista.
Lusco-fusco x acidentes
Segundo as estatísticas da Polícia Rodoviária Federal, quase 30% dos acidentes nas estradas ocorrem entre 17h e 20h, no lusco-fusco. “Justamente no período de tempo que o mecanismo da visão passa por uma mudança que torna o olho humano muito mais sensível à luz. Dentre as razões para a concentração de acidentes neste período, estão a dificuldade natural do ser humano para enxergar em situações de pouca luz, iluminação pública deficiente e o desrespeito às leis de trânsito”, destaca o oftalmologista Eduardo de Lucca, que também integra o corpo clínico do IMO.
Privilegiados com dias longos, os brasileiros não têm como prioridade cuidar da visibilidade noturna. Em países do hemisfério norte, onde em tempos de neve a escuridão prevalece na maior parte do dia, conseguir enxergar à noite na rua é uma questão crucial. Por isso, usam-se materiais que refletem a luz e acerta-se a parte elétrica do carro. No Brasil, não são raras as notícias de motoristas que não se preocupam nem em regular os faróis, um cuidado simples que pode reduzir o risco de acidentes.
“À noite, a visão pode nos pregar peças, principalmente para quem já tem algum problema de visão. Em condições de pouca luminosidade, a capacidade de enxergar é reduzida em até 30%. A hora do lusco-fusco - transição entre dia e noite - é crítica para o condutor de veículos. A perda de noção de distância e profundidade estão entre os riscos para os condutores de veículos. Com a percepção afetada, os reflexos ficam mais lentos. Uma pequena deficiência visual pode atrapalhar o motorista na hora de dirigir à noite. Mesmo que a pessoa não sinta falta de óculos durante o dia, a deficiência à noite é bastante agravada”, alerta Eduardo de Lucca.
Para guiar bem à noite
Enxergar à noite é um exercício para quem tem a visão normal. Fica mais difícil para quem possui alguma deficiência visual ou quem está com idade avançada. “Durante a noite, a visão de quem tem miopia, hipermetropia, astigmatismo, glaucoma e catarata piora devido à falta de iluminação suficiente e aos faróis, que ofuscam a visão fazendo com que se perca a noção de profundidade. Nestas condições, os reflexos do motorista ficam mais lentos porque, entre míopes e astigmáticos, a noção de distância em relação aos outros veículos é maior do que a real”, explica o oftalmologista Eduardo de Lucca.
Para enxergar melhor à noite, é preciso contar com o uso de filtros para óculos, com lentes amarelas. O motivo é que quem possui alguma deficiência visual pode perder de 10% a 25% da visão à noite. Este percentual varia de acordo com o vício de refração de cada motorista. “Por exemplo, os míopes, na hora do lusco-fusco, chegam a diminuir até duas linhas - medidas de acuidade visual da Carta de Snellen, a escala optométrica utilizada por oftalmologistas para medir a capacidade de visão dos pacientes”, explica Eduardo.
sábado, 29 de maio de 2010
CONSEG tem novos diretores
O Conselho Comunitário de Segurança e Defesa Social (CONSEG), realizou na noite de ontem (27/05/2010), Assembléia Geral Ordinária, na sede da Secretaria Municipal da Educação. Na ocasião houve prestação de contas do período entre Maio de 2008 e Maio de 2010, quando a receita foi de R$ 29.259,09 e a despesa de R$ 26.564,15, restando saldo em caixa de R$ 2.694,94.
Por aclamação foi eleita a nova Diretoria Executiva, que ficou assim constituída:
Presidente, Avenir Soares Bernardes; vice-presidente, Naélia Cândida Rosa Caiado Fleury; Secretário, Edvaldo Antônio de Souza; e Tesoureiro, João Bosco da Silva.
Conselho Fiscal:
1º Conselheiro Efetivo, Leidmar Divino Fernandes Nunes; 2º Conselheiro Efetivo, Nivaldo Gonçalves de Oliveira; e 3º Conselheiro Efetivo, Renato Veloso.
Conselheiros suplentes:
1º, Romes Lopes Cançado; e 2º, Lucimar Dias Miranda.
Conselho Técnico:
Cmt. da 12ª CIPM, Cap. Antônio Moreira Bonfim; Delegada titular, Dra. Simone Casemiro; Representante do Ministério Público, Dr. Cláudio Braga Lima; Representante do Poder Executivo, Aldo Arantes Oliveira; e representante do Poder Legislativo, Valdery Barbosa Golulart.
Os novos dirigentes, eleitos por aclamação, comandarão os destinos do Conselho Comunitário de Segurança até Maio de 2012.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
154 Candidatos farão provas do IBGE
Os 154 candidatos inscritos no concurso de seleção do IBGE farão provas no próximo dia 30 de Maio. O local das provas é a Escola Municipal Canaã a partir das 13h00. Os 60 primeiros classificados farão treinamento, mas, somente 55 serão contratados para o Censo Demográfico, marcado para começar no mês de Agosto.
O Município de Quirinópolis foi dividido em 73 setores, sendo 52 na zona urbana e os outros 21 na zona rural.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
46ª Zona Eleitoral tem 2.154 eleitores a mais
O Cadastro Nacional de Eleitores foi fechado, em todo O Brasil no último dia 5 de Maio. Na 46ª Zona Eleitoral, que compreende as cidades de Quirinópolis, Gouvelândia e Inaciolândia, os números foram os seguintes, no período de 01 de Janeiro a 05 de Maio:
Alistamento: 980; Transferência: 864; Revisão: 190; Segunda Via: 120, totalizando 2.154 operações.
Três dias finais:
De 03 a 05 de Maio foram realizados 535 procedimentos, sendo 237 Alistamentos, 257 Transferências, 28 Revisões e 13 Segundas Vias.
O Chefe do Cartórtio Eleitoral de Quirinópolis, Antônio Francisco Vasconcelos Soares disse que o encerramento do Cadastro Nacional de Eleitores no último dia 5 é pata que "o TSE tenha tempo suficiente para organizar a lista de votação, nas urnas eletrônicas" e lembrou que este ano o eleitor terá de apresentar documento com foto, na hora do voto.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Influenza A H1N1. Uma dose de informação.
Influenza A H1N1. Uma dose de informação.
Começa hoje (10/05/2010), a campanha de vacinação contra a gripe A para os adultos de 30 a 39 anos. Essas pessoas fazem parte dos grupos prioritários, como explica a epidemiologista, Maristela Alves.
"Essa faixa etária, avaliando o que ocorreu em relação à pandemia da Influenza em 2009, foi a faixa etária que concentrou 15% dos casos de doenças respiratória grave, e 22% dos óbitos causados pelo H1N1. Esse é um público alvo que também precisa ficar atento a essa medida preventiva que realmente é eficaz contra a pandemia. É importante que a população de 30 a 39 anos fique atenta aos prazos definidos para sua vacinação que é de 10 a 21 de maio."
A epidemiologista lembra, ainda, que é importante na hora de tomar a vacina levar um documento com foto. Só quem tem alergia a ovo, não deve tomar a dose.
Começa hoje (10/05/2010), a campanha de vacinação contra a gripe A para os adultos de 30 a 39 anos. Essas pessoas fazem parte dos grupos prioritários, como explica a epidemiologista, Maristela Alves.
"Essa faixa etária, avaliando o que ocorreu em relação à pandemia da Influenza em 2009, foi a faixa etária que concentrou 15% dos casos de doenças respiratória grave, e 22% dos óbitos causados pelo H1N1. Esse é um público alvo que também precisa ficar atento a essa medida preventiva que realmente é eficaz contra a pandemia. É importante que a população de 30 a 39 anos fique atenta aos prazos definidos para sua vacinação que é de 10 a 21 de maio."
A epidemiologista lembra, ainda, que é importante na hora de tomar a vacina levar um documento com foto. Só quem tem alergia a ovo, não deve tomar a dose.
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